Sinop Energia participa de ação que leva iluminação para comunidades na Amazônia

Publicado em 18 de Abril de 2022 ás 08h 50min

A iniciativa apoiada pela Audi Environmental Foundation, Audi do Brasil e EDF Norte Fluminense beneficiará em torno de 150 famílias na região da Floresta Amazônica

A Sinop Energia, empresa que administra a Usina Hidrelétrica (UHE) Sinop, uniu forças com a ONG Litro de Luz Brasil e participará, entre os dias 20 e 24 de abril, do projeto que levará postes de luz e lampiões, ambos abastecidos com energia solar, para três comunidades na região da Floresta Amazônica.

As localidades ficam situadas na área de Proteção Ambiental (APA) Margem Esquerda do Rio Negro - Setor Aturiá/Apuauzinho e fazem parte da Unidade de Conservação gerida pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente. Nesta etapa cerca de 150 famílias da região serão beneficiadas com o projeto.

A ação contemplará a instalação de postes de energia nas áreas comuns das comunidades e doação de lampiões para utilização em casas ou deslocamentos. Os equipamentos serão entregues durante visitas às comunidades. Entre outros parceiros, o projeto também é apoiado pela EDF Norte Fluminense, acionista da Sinop Energia, Audi Environmental Foundation e Audi do Brasil.

O projeto Litro de Luz Brasil conta ainda com treinamento, mapeamento dos locais para implementação das soluções de iluminação, instalação dos equipamentos com a participação dos residentes, além de pesquisa para avaliar o impacto gerado e suporte para futuras manutenções – até mesmo o processo de logística reversa das baterias está contemplado.

Sobre o Litro de Luz

Presente nas cinco regiões brasileiras, o Litro de Luz Brasil leva iluminação solar a comunidades sem acesso à energia ou luz nas ruas. Os equipamentos doados funcionam com garrafas PET e canos PVC, além de placas solares, baterias e LEDs. A organização iniciou a operação no Brasil em 2014 e já impactou mais de 23 mil pessoas diretamente com o apoio de 200 voluntários. Sempre ensinando e montando as soluções em conjunto com os moradores das comunidades mais vulneráveis do país, a ONG atua em centros urbanos e áreas rurais, incluindo comunidades tradicionais como ribeirinhas, quilombolas e indígenas.

Fonte: Assessoria de Comunicação

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