Sinop Energia monitora riscos de incêndios em áreas florestais

Com ajuda de satélites, a empresa monitora os focos de calor na região.

O período de julho a setembro é considerado o mais propenso a incêndios em Mato Grosso. Fatores como a ação humana ou causas naturais, aliados à falta de chuvas e ao clima seco, facilitam a ocorrência de queimadas.

 

Assim, buscando proteger as áreas florestais na área de influência da Usina Hidrelétrica (UHE) Sinop, a equipe de meio ambiente da Sinop Energia faz uso do Painel de Monitoramento ao Risco de Incêndio. Administrada pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), a ferramenta monitora e divulga os locais com maior probabilidade de ocorrência de incêndios no Brasil.

 

André Vasques, gerente de Meio Ambiente da Sinop Energia, explica que a iniciativa se deu devido à necessidade de avaliar e monitorar as condições gerais regionais com relação às possíveis ocorrências de focos de incêndios em florestas, como ação preventiva, para proteger a biodiversidade da flora e da fauna.

“Este monitoramento e observação permanente são muito importantes, pois, além da técnica de determinação do IPI – Índice de Perigo de Incêndio, que é um fator de alerta, têm precisão na identificação de focos de incêndios, permitindo ações preventivas e protetivas das florestas”, explica Vasques.

COMO FUNCIONA

De acordo com o INMET, o Risco de Incêndio é gerado a partir do Índice de Inflamabilidade, que calcula a possibilidade de um incêndio ocorrer a partir das condições de umidade, temperatura e ocorrência de chuvas. O resultado gera um índice que varia de 1 a 5, sendo atribuído o grau de risco para cada um e intervalo de valor sendo classificado: Perigosíssimo, Grande, Médio, Fraco e Nenhum.

A Sinop Energia se orgulha em buscar a preservação da fauna e flora do entorno da UHE Sinop. Para isso realiza diversos trabalhos na área ambiental, tais como a produção de mudas de espécies nativas, a restauração das áreas de preservação permanente do reservatório, monitoramento da fauna incluindo animais e aves, para a conservação da biodiversidade da região amazônica em que o empreendimento está inserido.

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